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Grupos

 

PAMC:

Com cerca de 20 integrantes, dentre professores, estudantes e egressos, o PAMC é um grupo de pesquisa existente desde 2013 no Campus Seabra, com atuação na área de ciências exatas e da terra, e ênfase em química. Coordenado pelo professor doutor Carlos Eduardo Carvalhido, o grupo trabalha com a agroecologia e tecnologia de convivência com o Semiárido, com foco na educação em química e meio ambiente, incluindo técnicas de reuso da água, energias renováveis, resíduos sólidos, tecnologia da informação e comunicação.


Muanzi:

Inserido na área de ciências humanas/educação, o grupo de pesquisa Muanzi é composto por quase 20 docentes e seis estudantes, que, desde 2014, realizam o mapeamento da história e cultura das comunidades quilombolas na Chapada Diamantina, evidenciando-as como movimento social. O trabalho proposto pela equipe relaciona a educação com as questões étnico-raciais, promovendo a reflexão acerca dos territórios quilombolas, com base mo equilíbrio socioambiental. Dentre as linhas de pesquisa do grupo, estão cultura, patrimônio e políticas públicas; educação, cultura e inclusão produtiva; oralidade, memória e etnoconhecimento; trabalho, educação e cultura popular; trabalho, resistência, memória e cultura popular.


Gepa:

O Grupo de Estudos e Práticas Ambientais (Gepa) nasceu da união de alguns alunos do curso técnico de meio ambiente, que iniciaram estudos sobre as potencialidades da Chapada Diamantina, a fim de fomentar ações de pesquisa e extensão com foco na temática ambiental e no desenvolvimento sustentável da sociedade. Composto por estudantes, técnicos administrativos e professores, o grupo tem promovido tecnologias alternativas, de convivência com o Semiárido, e modelos sócio-produtivos, ao lado do intercâmbio com comunidades tradicionais. Dentre as ações já realizadas pela equipe, está o projeto "Escola Sustentável", que prevê a implantação de horta-mandala, para abastecer o refeitório da própria instituição. Duas composteiras, um minhocário e uma espiral de ervas medicinais já estão prontos para a implantação da horta-mandala. Já o viveiro de mudas e o banco de sementes se encontram em processo de construção. Atualmente, oito quitadas do município de Seabra têm destinado seus resíduos orgânicos para as composteiras do Gepa, que ainda pretende realizar ações de conscientização e sensibilização nas escolas da região.

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia - Campus Seabra
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